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Por: Cooperativa Integrada

Sex, 30 out 2020

As tecnologias do presente

Ajudar o produtor a aumentar sua produtividade com rentabilidade sempre foi o propósito da Integrada desde a sua fundação, há quase 25 anos. Para isso, o corpo técnico e os gestores da cooperativa sempre buscaram ferramentas que os ajudassem a oferecer as melhores tecnologias e metodologias para resultar uma boa produção.

Nos últimos anos, a Integrada tem acompanhado o crescimento exponencial da tecnologia, implantada tanto no sistema de produção, quanto na gestão dos negócios de cooperados e cooperativa. A palavra inovação, derivada da palavra latina innovatio, propõe a criação ou melhorias de ideias, ações, metodologias, entre outros. A palavra tem sido o foco da Integrada nos últimos anos.

Para debater um pouco mais sobre a inovação no agronegócio, no dia 28 de outubro a Integrada realizou, em parceria com o Sebrae-PR e Embrapa Soja, transmissão ao vivo (Live). O evento, mediado pelo coordenador de cooperativismo, Pedro Cruciol, contou com a participação da chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Soja, Carina Gomes Rufino, do gestor de inovação no Agronegócio do Sebrae/PR, Lucas Ferreira e do gerente de Planejamento e Desenvolvimento da Integrada, André Galletti.

Durante a abertura do evento, o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, afirmou que estamos vivendo um momento de muitas mudanças na atividade agrícola. Ele observa que a inovação tem trazido ferramentas que tem ajudado no propósito da cooperativa, que é aumentar a produção dos cooperados com maior rentabilidade.

Hashimoto citou o Programa Connect, que visa trabalhar junto com os jovens cooperados a inovação dentro da cooperativa. André Galletti, gerente de Planejamento e Desenvolvimento da Integrada, explica que a inovação na Integrada trabalha em dois eixos. O primeiro, da porteira da dentro. Em um trabalho em conjunto com o departamento técnico, busca-se novas tecnologias e metodologias para que o cooperado consiga aumentar cada vez mais o seu potencial produtivo com o uso de ferramentas personalizadas.

O segundo eixo é o da porteira para fora. Isso inclui a eficiência operacional da Integrada no recebimento da produção dos seus mais de 10 mil associados. A cooperativa tem trabalhado com parceiros como governos, entidades, universidades e instituições de pesquisas. Galletti lembrou que o ano de 2020 começou com 33 projetos em andamento. Calcula-se que, até 2022, os projetos executados pela cooperativa movimentem R$ 2 milhões.

Alguns deles, envolvem a identificação de áreas agricultáveis por imagem de satélite, detecção de fraudes e a adoção de novas ferramentas, a exemplo do uso de tecnologias embarcadas em máquinas e equipamentos.  
A Integrada tem trabalhado, junto com os seus associados, as particularidades de cada propriedade por meio do programa SIM3G, onde o agrônomo alimenta uma plataforma com os dados da área, ação que ajuda a encontrar e monitorar melhor o desenvolvimento da lavoura. Por meio também da expansão da Agricultura de Precisão, os resultados tendem a ficar ainda mais satisfatórios nas lavouras dos associados da Integrada.

Agricultura 4.0

A inovação tem ganhado corpo no agronegócio, na opinião da chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Soja, Carina Gomes Rufino. “A economia digital é uma realidade e deve mudar o processo com a produção de alimentos com sustentabilidade”, observa.

Carina afirma que a nova agricultura trabalha com os elementos físicos, biológicos e digitais. O agronegócio tem ganhado novas formas de produção, com vista no aumento do potencial produtivo e de gestão, com a inserção da biotecnologia, a exemplo dos bioinsumos e as novas tecnologias de manejo derivadas também da Agricultura de Precisão (AP).

A rastreabilidade dos elos da cadeia produtiva já é uma tendência, afirma ela. Outras tendências do agronegócio envolvem a sustentabilidade da produção, mudanças socioeconômicas, gestão de risco, agregação de valor na cadeia produtiva, maior preocupação com a água, reaproveitamento dos rejeitos agrícolas, entre outros. “Não basta parecer sustentável - tem que mostrar e provar”, afirma Carina.

Sobre a ótica da agricultura 4.0, a chefe do departamento de transferência de tecnologia da Embrapa Soja destaca que a obtenção de dados é o novo petróleo. Com dados em mãos, produtores, cooperativas, cerealistas, indústrias e consumidores irão ter em mãos a procedência de cada produto.

Com base em dados, todos os elos da cadeia produtiva do agronegócio, poderão mostrar suas estratégias de produção, comercialização, entre outros. Carina completa que ferramentas como Inteligência Artificial, Rastreabilidade, Drones, Internet das Coisas, Realidade Virtual e Impressão 3D já estão construindo o novo agronegócio.

Lucas Ferreira, gestor de inovação do agronegócio do Sebrae-PR, observa que a tecnologia é uma tendência e que o setor está investindo, inclusive em talentos. O Desafio PUC, por exemplo, uma parceria entre a Integrada e a universidade católica, tem por objetivo encontrar soluções para melhorar o desempenho de elos da cadeia produtiva.

O último desafio PUC, que encerra agora, reuniu estudantes da universidade para propor ideias para melhorar o desempenho da produção de biogás da Unidade Industrial de Milho (UIM), sediada em Andirá (PR). Essas e outras parcerias serão, na opinião dos especialistas, comuns no novo agronegócio.

Clique aqui e assista a transmissão na íntegra.

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